Dino de rolo é até válido sim, há obviamente ajustes e compensações a serem feitas que no caso do Up até diria que seria as melhores possíveis pois o fator é bem eficiente, as perdas devem ser mínimas frente aos demais.
O que ocorre é que para medir a potência “real” é literalmente ao contrário do que é medido nesses dinamômetros. Fora o fato da compensação de transmissão e tal que pode ser medido direto no virabrequim e ou o fabricante sabe muito bem qual é para ajustar o equipamento, medição em norma padrão não é o motor empurrando o rolo/um eixo por poucos segundos, e sim o contrário, temperatura controlada, tempo controlado, combustível específico que não existe em postos (gasolina E22 no nosso caso) o motor acelerado e em determinada rotação vai recebendo carga e por não ser uma fração de tempo ele aquece, da a potência “nominal”, o motor turbo é muito sensível a temperatura, como se fosse um corredor de maratona que consegue manter aquele rítimo por um bom tempo e de vez em quando ele da uma apertada no passo, a potência real dele é a que ele aguenta manter, já esses picos é a que o pessoal provoca nos dinamômetros com situações bem ideais (desconsiderando erros grotescos de ajuste do equipamento), de qualquer forma a potência varia bastante. Em uma situação real em que você começa a acelerar em um começo de ladeira, você começa com mais potência que termina. Agora um aspirado, é um sistema bem mais simples e a variação de potência é mínima, a única refrigeração que ele tem é para não superaquecer bloco do motor e não para resfriar o ar de entrada.
No dinamômetro liga o carro, fica lá em ponto morto e derrepente da uma puxada de segundos, aí da 130cv, se fizer outra puxada em seguida, da tipo 123cv, outra 115, coisa do gênero e vai se estabilizando em um determinado ponto que ele estabiliza a geração de calor a capacidade de refrigerar naquele ambiente, é o calor reduzindo a eficiência do conjunto.. Se o cara pegar um extintor de co2 e jogar no intercooler antes ou na hora da puxada fazendo o intercooler gelar, mais potência vai dar pois vai entrar ar mais frio na queima.
O que ocorre é que para medir a potência “real” é literalmente ao contrário do que é medido nesses dinamômetros. Fora o fato da compensação de transmissão e tal que pode ser medido direto no virabrequim e ou o fabricante sabe muito bem qual é para ajustar o equipamento, medição em norma padrão não é o motor empurrando o rolo/um eixo por poucos segundos, e sim o contrário, temperatura controlada, tempo controlado, combustível específico que não existe em postos (gasolina E22 no nosso caso) o motor acelerado e em determinada rotação vai recebendo carga e por não ser uma fração de tempo ele aquece, da a potência “nominal”, o motor turbo é muito sensível a temperatura, como se fosse um corredor de maratona que consegue manter aquele rítimo por um bom tempo e de vez em quando ele da uma apertada no passo, a potência real dele é a que ele aguenta manter, já esses picos é a que o pessoal provoca nos dinamômetros com situações bem ideais (desconsiderando erros grotescos de ajuste do equipamento), de qualquer forma a potência varia bastante. Em uma situação real em que você começa a acelerar em um começo de ladeira, você começa com mais potência que termina. Agora um aspirado, é um sistema bem mais simples e a variação de potência é mínima, a única refrigeração que ele tem é para não superaquecer bloco do motor e não para resfriar o ar de entrada.
No dinamômetro liga o carro, fica lá em ponto morto e derrepente da uma puxada de segundos, aí da 130cv, se fizer outra puxada em seguida, da tipo 123cv, outra 115, coisa do gênero e vai se estabilizando em um determinado ponto que ele estabiliza a geração de calor a capacidade de refrigerar naquele ambiente, é o calor reduzindo a eficiência do conjunto.. Se o cara pegar um extintor de co2 e jogar no intercooler antes ou na hora da puxada fazendo o intercooler gelar, mais potência vai dar pois vai entrar ar mais frio na queima.

