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07/06/2017, 21:28
(Este post foi modificado pela última vez em: 07/06/2017, 21:30 por Carlos Ipatinga.)
Estava vendo algumas matérias hoje na internet e vi varias falando que não se deve virar o volante até o seu percurso final, esterçar o volante... isso prejudica o sistema, isso é verdade?
A minha preocupação é que vivo em um prédio onde as vagas são apertadas e para sair e entrar com o carro tenho que virar totalmente o volante.
Observação: Comecei a observar que ao virar totalmente o volante e saindo devagarzinho, notei que parece que o pneu dá tipo um pulinho ao movimentar o carro lentamente com o volante todo virado, quase imperceptível, isso é normal?
Depois que li essas matérias, fiquei cismado com essas duas perguntas, visto que faço esse tipo de manobra diariamente.
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07/06/2017, 21:55
(Este post foi modificado pela última vez em: 07/06/2017, 22:03 por Leovza.)
Se fazer tudo que não estraga é melhor nem usar o carro, quer dizer se não usar também estraga.rsrs
Não faltam teorias para estragar os componentes do carro,se levar tudo a sério, lascou, carros são feitos para serem resistentes, se virar a direção a seu limite estragasse, ela não viraria tanto. Com certeza 99% das causas de estragar uma direção em uso normal é o asfalto que ele passa, a caixa de direção está o tempo todo sendo forcada para todos os lados e ela lá segurando a roda em linha reta.
Salvo isso só pancadas em acidentes e tal.
Com direção hidráulica quando você vira até o batente e segura assim faz uma força extra no sistema que teoricamente o força mais um pouco, alguns carros você até sente a rotação do motor cair. Com direção elétrica creio que isso nem chegue a existir pois ele usa sensores na coluna de direção e pode se proteger quanto a isso.
O que não se deve fazer em modo geral é chegar no fim de curso e ficar forçando para virar mais, deve só segurar ali e terminar a manobra.
acho que o que é mais prejudicial seja a batida no fim de curso que alguns carros dão quando você vira rápido e no up ela é minimizada, tem algum sistema que amortece esse fim de curso, quando tinha o corolla com direção elétrica fim de curso batia que até doia, era uma pancada seca.
O tranco na roda normalmente é por conta do trabalho das buchas da suspensão, a torção e os esforços aplicados muda bastante e gera esse movimento.
O que não deve é forçar a direção com a roda encostada em uma calçada, agarrada em algum lugar e você aplicando mais força na direção, mas como sempre ela tem seu limite, não vai explodir a caixa se forçar.
Eu diariamente estaciono usando fim de curso, sempre fiz isso, sempre faço o mínimo de manobras e nunca tive qualquer problema de direção, estalo, folga, defeito, nada em caminhonete, carro grande, pequeno, novo ou mais rodado.
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(07/06/2017, 21:55)Leovza Escreveu: Se fazer tudo que não estraga é melhor nem usar o carro, quer dizer se não usar também estraga.rsrs
Não faltam teorias para estragar os componentes do carro,se levar tudo a sério, lascou, carros são feitos para serem resistentes, se virar a direção a seu limite estragasse, ela não viraria tanto. Com certeza 99% das causas de estragar uma direção em uso normal é o asfalto que ele passa, a caixa de direção está o tempo todo sendo forcada para todos os lados e ela lá segurando a roda em linha reta.
Salvo isso só pancadas em acidentes e tal.
Com direção hidráulica quando você vira até o batente e segura assim faz uma força extra no sistema que teoricamente o força mais um pouco, alguns carros você até sente a rotação do motor cair. Com direção elétrica creio que isso nem chegue a existir pois ele usa sensores na coluna de direção e pode se proteger quanto a isso.
O que não se deve fazer em modo geral é chegar no fim de curso e ficar forçando para virar mais, deve só segurar ali e terminar a manobra.
acho que o que é mais prejudicial seja a batida no fim de curso que alguns carros dão quando você vira rápido e no up ela é minimizada, tem algum sistema que amortece esse fim de curso, quando tinha o corolla com direção elétrica fim de curso batia que até doia, era uma pancada seca.
O tranco na roda normalmente é por conta do trabalho das buchas da suspensão, a torção e os esforços aplicados muda bastante e gera esse movimento.
O que não deve é forçar a direção com a roda encostada em uma calçada, agarrada em algum lugar e você aplicando mais força na direção, mas como sempre ela tem seu limite, não vai explodir a caixa se forçar.
Eu diariamente estaciono usando fim de curso, sempre fiz isso, sempre faço o mínimo de manobras e nunca tive qualquer problema de direção, estalo, folga, defeito, nada em caminhonete, carro grande, pequeno, novo ou mais rodado.
Entendi, valeu pela explicação... a minha dúvida agora é a seguinte, Comecei a observar que ao virar totalmente o volante e saindo devagarzinho, notei que parece que o pneu dá tipo um pulinho em determinado momento ao movimentar o carro lentamente com o volante todo virado, quase imperceptível, isso é normal?
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Comecei a observar que ao virar totalmente o volante e saindo devagarzinho, notei que parece que o pneu dá tipo um pulinho em determinado momento ao movimentar o carro lentamente com o volante todo virado, quase imperceptível, isso é normal?
três ponto suscetíveis de algum desgaste devido manobra (com o tempo) são a coifa da homocinética, a própria homocinética, e o terminal da barra de direção.
Não é incomum a coifa da homocinética se romper, mas geralmente devido a ressecamento, e a esforços repetitivos de esterçamento.
A homocinética é um final de eixo, com articulação (ela tem que existir para possibilitar o esterçamento da roda). Tem que estar engraxada, e às vezes parte dessa graxa escapa (eventuais superaquecimento ou rompimento da coifa de borracha).
Se houver perda dessa graxa, o desgaste começará, surgirão folgas, e as manobras com esterçamento máximo contribuirão para piorar o quadro.
E o terminal da barra de direção é um pequeno "pivô", é um pino que deve poder girar internamente. Ele também tem uma pequena coifa, que armazena e retém a lubrificação. Com o tempo de uso, trancos e etc, ele também pode criar folgas, também suscetíveis de aumentar com os esterçamentos máximos.
Se o uso do carro exige esses esterçamentos, deve-se examinar em prazos menores esses ítens... qualquer levantada do carro num elevador, ou em plataformas de troca de óleo já permitirá observar isso.
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Jduarte, obrigado também pelo esclarecimento.
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