14/05/2019, 10:43
(14/05/2019, 10:01)Marinho86 Escreveu: Rodei mais com gasolina. É o que compensa por aqui, mas ficou rodando um ano no álcool, mais ou menos.
Pois é... Não tinha muita noção sobre o estado delas e não tive como medir a resistência, pois acho que com o multímetro não dá, tem que ser um megômetro(??).
Quanto às folgas, eu medi, e estavam no padrão de 0,8mm (de acordo com o catálogo da NGK).
Um fato interessante é que as três velas novas vieram com exatamente a mesma folga de 0,7mm, portanto tive que abri-las um pouco. Fico me perguntando se a fábrica não as instalou com 0,7mm.
Pois aí não sei o que muda. Essas velas não são iridium, são as normais de dupla platina.
Dúvida idiota, o terra é o eletrodo central? Se for vou anexar uma foto melhor dessa parte, aí acho que fica mais fácil de ver.
O eletrodo terra é o externo, que vai sobre o central. A energia vem pelo central, fazendo a faísca saltar para o aterramento, ou "massa", ou seja o terra. E é essa faisca que "explode" a mistura ar/combustível.
Multímetro convencional consegue medir a resistência das velas. Para detectar fugas de corrente é o megômetro. Mas ele é necessário só se a resistência estiver muito alta, indicando a possibilidade de haver fuga.
A folga correta das suas velas deve ser realmente os 0,7 mm, o que é uma folga enorme se comparar com os motores turbo com alta pressão, geralmente lá pelos 0,4 mm, com bobinas normais. Quanto maior a pressão do turbo, mais difícil para a faísca saltar.
Eu sugiro retirar as velas novamente (faça isso com o motor quente, para a borracha da bobina soltar mais facilmente), e voltar a folga para os 0,7. Pode não parecer, mas esse 0,1 mm de diferença pode levar a dificuldades das bobinas mais cedo, exigindo mais delas.
O vértice que citei melhora a resposta imediata do motor, já a partir da marcha-lenta. É um formato para esse eletrodo terra que facilita o início da queima da mistura.
